27/01/2014

Recriar-se

Reorganizei meus passos, meus vasos e meus lápis de olho.
Deixei as cores no tom do escuro pro claro e repousei onde a calmaria iniciava no branco.
Fiscalizei a lua que brilhava sem chuva e iluminava sem ser lanterna.
Reescrevi meu roteiro e deleitei-me com os versos serenos postados na pele como uma tatuagem meiga para eternidade.
Soltei o cabelo, balancei a cabeça e deixei voar além dos fios as ideias ruim, e deixei apenas a clareza dum sorriso doce, um olhar brilhante e uma alma que eleva-se a cada reinventar vital.

2 comentários:

  1. Adorei o poema, é de uma leveza! Lembrei até um pouquinho da Alice Ruiz :)
    Beijos

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    Respostas
    1. Obrigada... É tão bom ser leve na escrita. Tanto pra quem escreve como pra quem ler :)

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