26/04/2014

Fora do Comum #4: Tchau Madeixas

Um post especial e diferente de tudo que já coloquei aqui no blog. Não é um dos meus textos, nem meus contos, nem dicas de livros e nem mesmo entrevista. O post é dedicado a algo que me alegrou muito fazer, que me deixou feliz e com o sentimento bom que nenhuma palavra no mundo é capaz de expressar. Pode parecer meio tolo ou exagerado de minha parte, mas sim, me senti uma pessoa melhor.

Há algum tempo vem rolando uma campanha nas redes sociais, que incentiva a doação de cabelos para pacientes com câncer. A queda de cabelo é um dos efeitos do tratamento e é possível imaginar como é dolorosa essa etapa do tratamento que é inevitável.
Vi há algumas semanas que umas meninas da minha antiga escola aderiram a campanha e ali alguma coisa despertou em mim. Mais recentemente falei com uma amiga que me incentivou a fazer e tomei coragem me espelhando na outra que fez, e sério, não poderia ter tido atitude/ideia/coragem melhor :D


Um fato sobre: Como sou portadora de Lúpus Eritematoso Sistêmico
meu cabelo é pouco devido a queda constante
(efeito dos tratamentos) mas nada que seja 100%. 
Por isso minha doação foi de apenas 15cm.



A colega que me espelhei foi a Tati (doou 42cm). Mas tivemos companhia de outra colega, a Aline (doou 32cm). Formos ontem (25) em Caruaru entregar nossas mechas no ICIA (Instituto do Câncer Infantil do Agreste) onde formos recebidas por Cíntia, um amor de pessoa por sinal. A tarde foi incrível, e claro, chorei bastante. O ICIA tem um trabalho muito bonito e importante com essas crianças e precisa muito da ajuda de todos pra prosseguir com os trabalhos. Pretendemos voltar logo por lá e conhecer as crianças, já que ontem não deu por não ter atendimento.


-X-


Palavras da Tati: Participei da Campanha “Força na Peruca” porque tenho certeza que as criancinhas do ICIA (Instituto do Câncer Infantil do Agreste) precisam dos 42 centímetros muito mais do que eu. E sinceramente, ainda não acredito na coragem e na determinação que tive, o que uns dias atrás não tinha coragem, pois amo cabelo longo, porém, tenho a certeza que farei uma criança feliz e isso é o realmente interessa.
Torço para que outras jovens tenha a mesma atitude que eu e mais meninas tivemos. Por fim, amei contribuir com a Campanha "Força na Peruca", mesmo com tão pouco.
“O mundo precisa de pessoas que tenham atos de amor e humanidade, para que se torne melhor.”


-x-

Cíntia, eu, Aline e Tati

Até agora não sei o motivo dessa
foto mas sei que é muito fofa. Esse carro
pertence ao ICIA e também é fruto de doação.

Um pouco do cantinho das crianças. Recepção,
sala da quimioterapia e como será futuramente
as instalações do ICIA.





Conheça mais dos trabalhos do ICIA e de outras instituições clicando nas imagens, e saiba também como pode participar das doações.


https://www.facebook.com/rapunzelsolidaria?fref=ts



25/04/2014

Meus sorrisos retratados por Vovó

''Ando devagar por que já tive pressa e levo esse sorriso por que já chorei demais.
Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe, só levo a certeza de que muito pouco eu sei... Nada sei.''


Estava triste, as lágrimas me acompanhavam e eu quis me isolar. Abri o portão que dá para o quintal e me sentei do lado das roseiras que minha mãe cultiva. A noite escura e estrelada eram minhas companhias. Fiquei a pensar o motivo de tantas coisas acontecerem com quem te cerca, o medo fala mais alto, é mais dominante. A incerteza e até mesmo a certeza de ser fraco. Me perdi em meus pensamentos, em minhas lágrimas e meus medos. Medos de ferir, de magoar, de marcar de forma negativa, de partir sem ao menos deixar algum legado.
Estava há cerca de meia hora lá quieta quando de repente meu vizinho, um senhorzinho de oitenta anos por quem tenho um imenso carinho, chegou em casa e foi para o seu quintal onde ele fuma seu cigarrinho noturno. Ele levou um pequeno rádio à pilha e ele sintonizou alguma estação AM e então começou tocar uma música que muito ouvi na minha infância, lá no interiorzinho pequeno onde minha avó ia todas as manhã no sítio e eu ia junto quando podia, brincando no caminho de terra com muito mato verde, muitas flores de beira de estrada e eu ia alegremente saltitante colhendo as flores, rindo e feliz. Lá, eu cultivava meu altar de pedras, tinha meu mundo inteirinho pra mim, meu castelo de pedras a minha frente. Eu tive uma infância difícil por razões de saúde, mas minha avó nunca deixou de me fazer uma digna princesa já que ela era a rainha. Aprendi tanto, sorri tanto, fui tão feliz apesar de tudo.
Hoje, quando sento com ela e conversamos (quando não estamos discutindo) ela sempre relembra dos meus vários sorrisos: O sorriso que eu dava quando tomava banho na chuva, quando ela me deixava brincar com o cachorro maluco, quando eu podia acompanha-la até a fonte de água pra pegar água, quando eu ela por fim me liberava pra subir nas árvores, quando ela me mostrava a corda na qual meu balanço estava, e principalmente quando ela me chamava pra mexer na terra com ela (quando quilos de milho joguei no mesmo local pra nascer vários pés e consequentemente várias bonequinhas).
Por fim uma coisa me entrou na cabeça: Se eu partisse hoje partiria plena, completa. A vida adulta chegou e de fato nada deixei de marcante na história da humanidade. Mas plantei uma árvore, escrevi um livro, livro esse que me deu a missão de fazer um filho. Então, do que devo reclamar? Amei, fui amada, sorri, fiz sorrir. E quando vejo o sorriso da minha avó falando de mim (quando não estamos brigando) eu vejo no brilho dos olhos dela o quado eu marquei uma vida, a vida DELA. Que muito embora eu tenha chegado paraquedas na vidinha dela, eu aterrissei num porto seguro, num lugar bonito, num lugar que me compôs. E sou grata, sou feliz e uma pessoa realizada, pois tive a melhor infância do mundo, em meio as minha limitações, 'Voinha' me fez ser quem sou.


Depois de reorganizar meus pensamentos, meus choro e meu riso, meu vizinho desligou o rádio pois o cigarro havia acabo, e eu desliguei o pensamento ruim, pois meu choro tinha acabado. Eu tenho muito o que aprender da vida, eu sei muito mas não sei de nada, eu sei pelo que passei mas não sei o que ainda está por vir. E que venha.



Foto: Esse porta retrato fica aqui no meu quarto
na prateleira de livros. Eu super fashion como vestido
que Voinha fez, loira e gordinha. Voinha no aniversário
de 61 anos em 1992. Poderia até postar foto de nós
duas juntas, mas amo TANTO esse porta retrato que
não tem nenhuma outra foto melhor!

22/04/2014

Meu amor

Meu amor tem o jeito mais doce, mais encantador e mais especial.
Tão sútil que me embriaga, que me enfeitiça, que me desequilibra.
Te um sorriso que me molda, que me encoraja e me apaixona.
É romântico, meigo e especial.
Acho que esse é o motivo de ama-lo da forma que amo.
Um amor diferente, especial.

Vida

A vida dele era vazia, nada tinha de alegria.
A vida dela era calma, com paz na alma.

Ele o esperava.
Ela nem sonhava em encontra-lo.

Um dia o sol sorriu no horizonte.
Ele pegou a mochila, o violão e saiu.
Ela pegou seu chapéu, o pincel e saiu.

Vida de arte, vida de completação, vida que vive com vida, que ama a vida e que é vida...

Duas vidas que podem e são uma vida só.



10-03-2014


Os dias

Aprendi a contar os dias de forma diferente, e se for pra contar ao contrário eu conto, até chegar o dia de te abraçar forte, sentir seu cheiro e ouvir teu riso perto do meu ouvido.
A alegria que é saber que agora falta pouco me motiva a acordar bem humorada até nas Segundas.
Se eu precisava de um motivo pra seguir o rumo certo, a vida me deu você, que faz da minha história cada dia melhor.

19/04/2014

Despedia do sol da praia

Tá ficando tarde, é meu último dia aqui.
Quero ainda sentir a brisa do mar no meu rosto.
Ver o sol nascer e se por.
É meu último dia aqui.
A água cai gelada na minha pela, é o último banho de bica.
As malas estão prontas.
O carro abastecido.
É meu último dia aqui e está ficando tarde.
Ainda há tempo de um último sorvete ou um último suco cítrico?
Já é tarde, eu tenho que  ir.
Quem sabe eu volte, quem sabe eu ainda plante raizes aqui.


Doce tarde

Contar as horas
Contar os dias
Contar história

Contar os números
Contar os passos
Somar abraços

Dançar na grama
Valsar na relva
Pular no lago

Quebrar o vaso
Sonhar no espaço
Riscar o verso

Tornar inverso
Sorrir pra luz
Amar a vida

É tarde, Alice...
É tarde, é tarde, é tarde!


17/04/2014

Talvez

Talvez alguém goste do meu sotaque.
Talvez alguém gosto da minha risada estranha.
Talvez alguém goste das minhas piadas sem graça.
Talvez alguém goste do meu papo eterno sobre livros.
Talvez alguém goste do meu vício por café.
Talvez alguém goste de ouvir minha voz melancólica.
Talvez alguém goste da minha voz no tom mais eufórico possível.
Talvez alguém goste da minha falta de atenção.
Talvez alguém goste dos meus sonhos impossíveis.

Talvez alguém queira apostar as fichas que tem em mim, e não é direito de ninguém falar o que pensa a respeito, apenas aceitar os limites impostos e existentes na vida alheia, sem querer dar opinião em momentos que não foram solicitados. As vezes palavras machucam mais que pancadas, e é realmente isso que pode fazer alguém sangrar. E sinceramente, não estou nem um pouco afim de sangrar. 

14/04/2014

Ao moço das flores

Príncipe, acordei hoje com o barulho do teu riso, com o som da tua voz e com o carinho do teu abraço ainda me acolhendo.
Marca aqui o número UM de muitos e infinitos outros números que ainda virão e que ainda vamos comemorar.
Falar de você sem te xingar é o mesmo que não falar, mas falar de você sem me derreter inteira, também é não falar.
Amar você, amar a pessoa que tenho é uma das melhores maneiras de encarar pequenos fatos que me irritam, que irritam meus dias.
Mas ouvir tua voz me chamando de amor ou até mesmo de besta, me faz ser a 'diota' mais feliz do mundo.
Obrigada por ser comigo esse amigo incrível, esse melhor amigo, esse BFF que tanto adoro.
Faltam apenas menos um e no DOIS seremos ainda mais nós!

Te adoro, Paiaço lindo <3

12/04/2014

Mais um dia

Ele acorda, abraça ela apertado, aconchegando-a mais ainda.
Beija de leve os lábios, ela sorrir meio sonolenta. 
Ele afasta os fios de cabelo que estão no rosto dela, e a beija na testa.
Demora alguns minutos até ela voltar a dormir, o que acontece rápido.
Ele levanta e vai à cozinha, com cara de sono mas feliz.
Abre a janela da cozinha e deixa o vento da manhã entrar e invadir o ambiente.
A chuva cai fraca no jardim, as nuvens pesadas dão o tom do dia frio e ele sorrir por saber que é o típico dia que a deixa feliz e de bom humor, porém, noventa por cento mais manhosa.
Ele prepara o café dela, e ao mesmo tempo seu chá.
Ela entra na cozinha, vestida com a blusa dele.
Abraça o corpo dele por trás e o beija na altura do ombro, ele segura a mão dela junto ao seu peito e ela sorrir se sentindo plena.
Vira-se pra ela devagar e a abraça pela cintura, os braços dela ficam em volta do pescoço dele.
Um beijo cela o bom dia de mais um dia que tem início naquela vida...


A tempestade e ela

Mania chata, mania idiota, mania infantil, mania tua de me culpar por todos os teus desastres, por todos os teus caos, por todos os teus porres, por todas as tuas ressacas.
Mas quer saber? Eu bem que adoro a tua cara de fera e de decidida quando grita comigo e me esbofeteia, mas amo mais ainda teus passos tropos no caminho até chegar em mim.
Ah, maluca, como amo esse teu jeito de escancarar o verbo e me incendiar. De falar o que pensa e me amar. Mas sabe o que me vence e me faz querer te ver todos os dias, é que depois da ressaca você volta a ser mansinha, calminha e minha, como eu sempre amo.
Amo esse vulcão, amo essa calmaria, amo esse mar em fúria, amo esse lago de águas claras e profundas, amo você!

Alucinações

Não estou bem, a cerveja acabou de acabar, pra variar.
O cheiro e a fumaça do incenso ainda está por todo o quarto.
Ainda estou jogada no chão.

Estou enjoada, novamente.
Meu cabelo molhou o chão inteiro.
Estou cansada demais pra levantar, intacta demais pra me tocar.

Cabeça está rodando, o teto está mudando de cor.
Não quero que me toque.
Estou ainda com poeira, com cheiro de fumaça.
Há algum jeito dessa droga parar de funcionar?
Digo, a embriaguez, o enjoou, o estresse e a tristeza.

Eu não estou em mim, não estou me fazendo bem.
Será que o tempo parou e dois mil e onze voltou?
Não pode ser, você ainda estaria vivo.

Que belo sábado pra lembrar de você e só sentir tua presença.
Já te disse que o mundo anda bem? E que ele anda mal?
Ah, tenha dó. Você quebrou a porcaria da maçaneta da porta outra vez.

Me deixou trancada pela milésima vez, bela droga você é, Thiago!

11/04/2014

Num tom de silêncio

Se meu silêncio incomodar, não fará mal.
Apenas quero ficar quieta.
Hoje as coisas não fluíram, só regrediram.
Eu me cansei, eu sentei e chorei.
Eu não te culpo, ou culpo, nem eu mesmo sei. Mas fazer o que? Pelo que entendi você entrou nesse barco, você me assegurou e segurou. É complicado, é pesado. Mas é a banda que toca, Baby.
Meu silêncio se ecoará pela casa, meu ninho será o canto da cama, a música nem mesmo quero escutar, só quero chorar, me lembrar que amanhã posso melhorar. 
Não preciso de álcool, talvez água. Mas o escuro e o silêncio. Meu silêncio.


Embalo

Olhos de princesa que espera a grande hora de brilhar.
Sorriso de raiar de sol que espalha graça e coragem por onde alcança.
Voz de arpa angelical que toca e embala o peito que bate forte de alegria no compasso do amor.
Abraço carinhoso que afasta toda e qualquer dor que vier a atingir.

É de amor que o anjo fala no silêncio da noite ao pé da cama, é daquele ser tão grandioso que ele conta, é daquela alma que enche uma vida inteira de amor e esperança.

Sonho de viver

Eu poderia passar longo e infindáveis minutos falando de você, do teu jeito doce, do teu sorriso angelical, da tua paz especial.

Eu poderia falar dos meus sonhos, meus olhos, meus planos, mas sempre seria você meu assunto principal. 

Eu poderia até esquecer de mim, mas você eu lembraria pelo fato de ser meu pensamento mais feliz, minha vitalidade e meu sonho mais importante.


À ti, menina.

Eu não escrevi muito sobre você, menina.
Não falei muito sobre nós.
Sobre isso que por longos meses se fez presente no meu coração, sobre esse carinho que guardei à ti.
Eu não te verei, menina.
Não do jeito que te idealizei.
Na casinha, no alto da serra, com flores, vasos, pedras e plantas.
Eu não te espero mais, menina.
Não vindo me despertar pela manhã com aquele abraço de menina do Sul que sorrir como o sol e fala como anjos. 
Mas eu te guardo, menina.
Aqui no meu peito, no lugar que foi só seu, que permanecerá seu, talvez até como um santuário dum amor que mudou e moldou.
Eternizo ambos, a cada momento, e num momento tão pleno que vivi em luzes apagadas mas com coração feliz.

Menina...

Vira o meu avesso e me reencontra.
Me mima, menina...

Me refaz e me conduz.
Me ilumina, menina...

Me distrai e me desenha.
Me eterniza, menina...


09/04/2014

Eu me reformo, eu me escrevo, eu deixo a cor que eu quiser...
Eu caio fácil, levanto rápido, eu me componho de nós...
Cada nó um novo laço... Eu me desato!

07/04/2014

Fora do comum #4: A Garota Das Cicatrizes De Fogo (Resenha)

Ah, esse livro... Ah, esse bendito livro.


Bom, um tempinho atrás a Suellen me convidou pra participar do Book Tour.
Então eu topei, nunca fui boa em resenhas, mas vamos arriscar.
Fui a terceira a receber o livro e sinceramente estava bastante empolgada... Estava, até começar a ler.






Título: A Garota das Cicatrizes de Fogo
Autor: Ricardo Ragazzo
Sinopse: Quatro anos após o desaparecimento da filha e a misteriosa morte da esposa, Johnny Falco recebe uma pista que pode ajudá-lo a desvendar o caso. Um homem aparece morto com as mesmas características inexplicáveis de sua mulher: O CORPO NÃO PASSA DE UM ESQUELETO COM PELE. Seis anos após ter 80% do seu corpo queimado em um atentado, Lisa Gomez acorda em um hospital com uma incontestável diferença: TODAS AS CICATRIZES DE SEU CORPO DESAPARECERAM! E quando o destino dos dois se cruzarem na pequena cidade de Valparaíso, ambos descobrirão que as tragédias que cercam suas vidas estão muito mais interligadas do que poderiam imaginar.


O livro começa bem interessante, até confundir o leitor com a troca de narradores. O livro é narrado pelo Johnny Falco e a Lisa Gomez.
Com a morte  misteriosa e estranha da esposa Nora e do sumiço da filha Diana, o Johnny começa uma busca por pistas, e conta com a ajuda ($) de um amigo, com quem ele morava há algum tempo, após a morte de Nora.

Já com Lisa a história é um tanto quanto maluca. Ela era criança quando foi vítima de um atendado, no qual ela foi queimada. Depois disso ela se isola do mundo e sua única amiga é sua boneca Paty.

Um belo dia, uma morte igual a de Nora acontece na cidade de Valparaíso, cidade também onde Lisa mora. Johnny, sabe dessa morte através do amigo e vai até lá para poder investigar (Eu sinceramente me apaixonei pelo Johnny, ele me pareceu bem interessante e ouvia Judas Priest) então ao chegar na cidade ele conhece o delegado, a médica legista do IML local e Johnny segue investigando até chegar numa lanchonete-circo. No dia em que ele vai a essa lanchonete é exatamente o dia em que Lisa vai também, pois misteriosamente as cicatrizes dela desapareceram, ela voltou a frequentar a escola e já arranjou um namoradinho. Mas coisas acontecem entre Lisa, o tal namoradinho, o garoto Alex que é morador de rua e Johnny. Ai começa a estranha ligação deles e a monotonia do livro. Vira um livro YA quando Lisa se descobre apaixonada por Alex e o Johnny um tremendo de um chato. Mas também tem a amiga de infância da Lisa que ressurge e o grupo estar formado: Alex, Lisa, Johnny e Debora (com uma pequena participação especial do amigo do Johnny que aparece pra ajudar).
Acontecem coisas surreais e muito loucas, já perto do final o livro te prende e você se sente na obrigação de termina-lo urgente.
O final é tipo: Mas como assim? O que?
É muito bacana, mas ficam lacunas.
O sobre o Johnny, que ouvia Judas Priest quando me apaixonei, termina ouvindo sertanejo!
As mortes são reveladas, uma porrada de outras mortes surgem, Diana brinca de pique-esconde e você tem uma das leituras mais loucas da sua vida.


Bom, é isso. Espero que gostem.

Pó-de-ser

E diante das estrelas o canto se ecoou.
Eu vi o fim do lágrima chegar, eu deixei o sorriso brilhar.
Não contive a alegria, eu gritei ao mundo.
Meus passos incertos fizeram o certo.
O medo, se foi, o vento soprou e levou. Elevou meu ser.
Ser de pode ser. Pó? De ser
Ser, ser eu e agora. Aqui e ali.
Ali longe e perto.
Perto da alegria de ser eu do jeito que tem que ser.

 
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