04/05/2014

Nem sempre há versos

Perdi o sono e te afastei um pouco de mim, peguei minha agenda e minha caneta e tentei escrever algo. Escrever sobre você, eu, nós dois... Mas nada absolutamente bonito ou rimado saia das minhas palavras.
Te olhei dormindo ao meu lado, e sorri. Não precisava palavras, letras, tons ou melodias, você era minha poesia.
Te abracei em silêncio e me aconcheguei no teu abraço, te despertei e você sorrindo me perguntou: O que há, minha senhora?
E eu respondi calmamente: Amor, meu senhor.

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