03/07/2014

O dia d'oje

Cadê a minha bolsa? Onde eu a deixei dessa vez?
Desci a rua do meu serviço tão rápido que chegando no ponto do ônibus eu até me admirei. A chuva estava chegando e eu realmente precisava não me molhar. Mas graças ao caos, pós chuva da manhã, o raio do ônibus atrasou, eu sem guarda-chuva pra variar, estava em pânico com a ideia de chegar em casa molhada. Não por ter toda minha roupa e bolsa molhada, mas ouvir a tão temida frase 'Eu mandei você levar guarda-chuva' mas o que aconteceu???
Obrigada, mãe. Boca-de-praga-mais-linda!
Mudei de ponto, mudei de destino, desci encharcada próximo a casa do namorado, rezando pra ele estar em casa. Mas porque o dia me ajudaria, não é mesmo? 'Tá no inferno? Abraça o capeta, gata' metade do caminho peguei mais chuva e na porta, claro que tomei ainda mais.
Depois de graciosas, cinco horas (mentira, foram só dez minutos) meu amado então chegou.
Ah... abraço apertado, mesmo molhado. Banho quente, roupa - dele - larga que me serviu muito bem por sinal. E então meu dia acabou num sono bom, num abraço apertado e numa risada gostosa sobre como sou azarada e atrapalhada. Mas que venham mais dias assim, adoro meu mau humor adocicado.

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